Desde que a pandemia do novo coronavírus se instaurou, tivemos de adaptar nossa realidade às novas medidas de isolamento social e contenção da doença. Ao mesmo tempo que as lojas fecharam, barreiras sanitárias foram impostas e a quarentena foi iniciada, aprendemos a intensificar nossa própria higienização para evitar a contaminação e propagação do vírus. Manter o carro higienizado também é uma tarefa importante neste quesito.
Após um ano de pandemia e com novas variantes surgindo a todo momento, como a variante P1 do Amazonas ou aquela oriunda da Índia, os cuidados precisam ser mantidos e redobrados! Hoje, vamos ensiná-lo alguns procedimentos simples e eficientes para reduzir as chances de contaminação dentro do seu veículo.
Um dos principais aliados na luta contra o coronavírus é o álcool em gel, mas ele sozinho não é suficiente para evitar o contágio.

Afinal, o vírus não está somente em superfícies, como lembra a virologista Clarice Arns, docente na Universidade Estadual de Campinas. O simples ato de conversar com outros passageiros num carro, pode colocá-lo em risco de contrair o vírus. Logo, abrir as janelas e usar máscara, além do álcool em gel, é um fator decisivo no enfrentamento a qualquer variante.
E, como Arns reforça, para minimizar ainda mais os riscos, motoristas devem investir, se possível, nos chamados “sprays com atividade antiviral”, para purificar o ar sempre que necessário. Os sprays mencionados tem alta eficácia e variam entre R$20,00 a R$100,00. Outra tecnologia, desta vez um pouco mais custosa, são os raios ultravioleta tipo C (UVC), que também oferecem alta proteção contra o coronavírus.

O UVC ataca o DNA da entidade, deixando-o impotente e, consequentemente, incapaz de infectar novos hospedeiros. Para quem se interessa por esta opção, um dispositivo de raios UVC comprovado e seguro é o Sterbox (custando entre R$300,00 e R$400,00). Apesar de mais caro, ele tem maior durabilidade. É importante lembrar, no entanto, que nenhum desses métodos são obrigatórios ou 100% eficazes no combate à doença.
Caso você não possa investir em alguma dessas tecnologias, manter o ar circulando, fazer o uso de máscaras do tipo PFF2 ou outras similares e manter as mãos e superfícies do veículo higienizadas já interferem na transmissão da doença significativamente. Portanto, não deixe de higienizar o seu veículo e, principalmente, proteger-se o máximo possível.